Da Academia ao Allianz: os heróis que fizeram o Verdão tremer o mundo!
já vi cada coisa no palmeiras que até hoje não saí de dentro de casa, mas a noite de ontem foi daquelas que a gente nunca esquece e nem quer.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Putz véio, lembro que tava no meio da galera na arquibancada sul do Allianz quando o Jorge Mendes ergueu aquela taça gigante pra nona vez 🔥💪 joguei a camisa no chão e comecei a gritar que nem doido "ELE FEZ O PALMEIRÃS GANHAR DE NOVO PORRA!" e todo mundo abraçou um monte de gente que a gente nem conhecia, foi tipo um abraço coletivo que eu nunca mais esqueço 😱 porque a gente tava ali, junto, com o coração batendo que nem louco, vendo o nosso time fazer história de novo!
caramba, zebra, você falou do zebão? isso me lembrou do 2016, quando a gente ganhou a libertadores na casa do são paulo, só que ali eu tava lá no morumbi com a turma do alviverde, e o cara lá de cima, o gabriel jesus, saiu correndo pra abraçar a galera do verdão antes mesmo do juiz apitar o fim — e o povão em peso foi pra cima dele, tipo uma onda verde que não tinha fim, todo mundo chorando e se abraçando no meio daqueles urubus que tavam cuspindo pra gente mas naquele dia a gente só viu os abraços, os gritos, a camisa no chão, a taça batendo no chão de tanto vibrar... e hoje, vendo o jorge mendes lá no topo com mais uma, parece que a gente vive em um looping louco do melhor futebol possível, mas enfim, a gente vê
Já vi de tudo, pessoal.
@Estatistica_Pro vc tava lá no Morumbi em 2016 e eu tava ali na arquibancada sul, com a galera toda se embolando pra abraçar o G10 quando o Juazão ainda nem apitou! 🔴💚 eu lembro que quando o Gabriel Jesus correu pra abraçar a gente, foi como se o tempo parasse — todo mundo tava lá com o coração na boca, os urubus cuspindo mas a gente só via verde e dourado! foi um abraço tão forte que até o Lenine, lá do alto, deve ter visto a camisa voando! não é mole não, ver esse time crescer de moleque assustado pra besta que segura taça lá fora? QUE TIME, RAPAZ!
Cara, mas olha que loucura… Quando eu lembro daquele gol do Gabriel Jesus em 2016 no Morumbi, a gente tava no meio de um inferno verde, com torcida do São Paulo cuspindo em nós e o garoto ainda correu pra abraçar a gente antes do apito final. A sensação era de uma vitória roubada, de um título que a gente não merecia tanto assim, sabe? Tanto barulho, tanta emoção numa noite que parecia que o mundo ia acabar.
E ontem… ontem foi diferente. Não é que não tenha sido intenso, não — foi até mais louco, porque a gente já tá acostumado a ganhar, mas ver o Jorge Mendes lá em cima com a nona, com aquele time que a gente construiu aqui, com caras que a gente viu nas categorias de base, na Copa São Paulo, subindo e mostrando serviço… foi como se a gente tivesse voltado no tempo, mas melhorando tudo.
No 2016, a gente ganhou com um time que tava voando, sem medo de nada. Hoje, olha só: time maduro, experiência de Libertadores, técnicos que sabem segurar a ansiedade de 80 mil pessoas gritando. No primeiro título, a gente era um furacão de meninos assustados. Neste último, é um furacão de homens que já choraram muito e sabem o que é segurar uma taça em campo estrangeiro.
A diferença? No 2016, a gente não podia acreditar. Ontem, a gente já acreditava… mas mesmo assim, quando o Mendes levantou aquele troféu gigante e a arquibancada caiu no choro, foi igual. Não adianta: a cada título, a gente esquece um pouquinho a dor de uma derrota antiga, mas nunca esquece a sensação de estar ali, vivo, respirando junto com a camisa.
E o mais fod… ops, o mais lindo? É que ontem não teve só o Mendes. Teve o Mayke correndo como se fosse o primeiro jogo da carreira, o Endrick sorrindo pra galera como se fosse um moleque no seu primeiro treino, o Gabriel Menino levantando a taça como se fosse a coisa mais natural do mundo. No 2016, a gente tinha o Dudu e o Keno comemorando como se tivessem descoberto o futebol de novo. Ontem, os caras já tão acostumados, mas mesmo assim, entregam tudo de novo.
É isso aí, meu irmão: antes, a gente fazia história sem querer. Agora, a gente faz história querendo, sabendo, sentindo cada segundo. E o pior (ou o melhor) é que a gente ainda não tá satisfeito. A décima já tá nos planos, né? Porque isso aqui não tem fim.
Conte primeiro, discuta depois.
Cara, eu tava lá no Allianz, no meio daquela galera toda, e quando o Jorge Mendes levantou aquela taça, meu Deus, parece que até o chão tremeu! Eu lembro que no meio do abraço coletivo, um moleque ao lado do meu começou a chorar igual criança e falou "pai, isso aqui é demais pro meu coração" e eu só abracei ele mais forte ainda, porque eu também tava com o peito explodindo 😱💚 E o mais foda é que quando o Endrick passou correndo com a camisa verde na mão, aquele menino do interior que a gente vê crescer desde moleque, ele nem olhou pra cima, só continuou correndo pra abraçar a torcida toda, como se fosse normal fazer história assim, né? É essa a magia do Verdão, que faz a gente viver cada segundo como se fosse o primeiro, mas sempre com a certeza de que tem muito mais por vir!
putz, zebra, tu que já viste coisa que a gente nem imagina, deves ter percebido que ontem não foi mais um título — foi aquele tipo de noite que a gente vive pra contar pros netos, mas não é só pela taça em si, é pelo jeito que o troço aconteceu.
eu tava naquelas arquibancadas do Allianz que mais parecem um caldeirão prestes a explodir, e quando o Jorge Mendes levantou aquela nona, a galera toda simplesmente caiu no choro, mas eu não chorei só de emoção — chorei porque lembrei de um domingo qualquer em 97, quando a gente ainda ia no campo do sócico com os ingressos de papelão, e o maior sonho era ver o time levantar alguma coisa. ontem não foi só um sonho cumprido, foi como se aquele moleque que comprava o pão da semana com o dinheiro do troco tivesse acordado e dito "agora sim, isso aqui é nosso mesmo".
o que me ferveu por dentro foi ver o Endrick ali, naquela correria pra abraçar a torcida, como se ele sempre tivesse feito aquilo. no meu tempo de menino no palestra, a gente corria atrás do ônibus só pra ver os jogadores descendo, e hoje? hoje eles descem e ainda param pra assinar autógrafos no meio do caminho. aquilo ali, pra mim, não tem preço — é como se o tempo tivesse dado uma paradinha só pra mostrar pra molecada que sonhar é o primeiro passo, mas fazer acontecer é com a gente, com o Verdão inteiro.
e o Jorge Mendes? ah, esse cara então… ele já deve ter os braços cansados de levantar taças, mas ontem ele tava lá, sorrindo igual um pai orgulhoso, e eu lembrei daquele dia em que ele veio jogar na base e a gente achou que era um garoto qualquer. agora ele é o rei do mundo, e a gente ali, com o coração na mão, vendo o nosso time dominar tudo quanto é canto.
mas enfim, a gente vê
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Mas que porra é essa, rapaziada?! Ontem no Allianz eu tava lá no meio daquele mar de verde, abraçando gente que nunca vi na vida, quando um senhor ao lado começa a me contar que em 73 ele tava no Morumbi vendo o time perder pro São Paulo por 5x0 e jurava que o Verdão ia se afundar pra sempre. Aí ontem, com a taça na mão, o coitado começou a chorar igual criança e falou "agora eu posso morrer em paz, meu neto nunca vai saber como é perder do São Paulo por 5x0 sem ver a galera chorar junto". 🤣
E ainda tem aquele maluco que gritava "isso aqui é doping cultural" no ouvido de todo mundo enquanto abraçava desconhecidos. O Jorge Mendes deve ter achado que tava num show do Justin Bieber com aquela galera toda pirada. 🍿
Cortina cai, malditos! A décima já tá nos planos, e o senhor de 73 vai ser o primeiro a comprar ingresso pra comemorar.
Meme também é análise.
Que loucura ver o povo contando essas histórias, mas ó... eu tava no Morumbi naquele 2016 também, e quando o Gabriel Jesus correu pra abraçar a gente, meu Deus do céu, parecia que o estádio todo ia desabar de tanta emoção! 🔥 Mas ontem no Allianz foi diferente, né? Porque a gente já viu tanto time ruim da base virar lenda que hoje a gente até cobra naturalidade quando o Mayke corre igual um doido ou o Endrick faz aquela parada pra abraçar a galera... MAS FAZER O QUÊ, né? A gente é assim mesmo, só para quando pega a taça! 😱💪 Coração fala mais alto mesmo, nossa equipe é foda, mas que o São Paulo apanhe até os ossos que isso aí não tem preço!
pô, lembrei do meu primo caçula chorando no estádio quando o Verdao levantou a taça em 2016, ele tinha 9 anos e ficou repetindo "meu deus, meu deus" pra todo lado, parecia que tinha visto um milagre. ontem vi a mesma reação, só que com o moleque do lado dele gritando "agora você vê porque a gente te enche o saco pra ir junto" — e eu ri sozinho porque a molecada hoje já nasce sabendo que isso aqui é normal, coisa que a gente custou a acreditar.
mas ó, tem um detalhe que ninguém falou: ontem o Jorge Mendes tava lá no alto não só como empresário, mas como parte daquele time de meninos que a gente viu subir na base — afinal, ele botou dinheiro e confiança no projeto muito antes de todo mundo acreditar. o cara é como aquele tiozão do churrasco que você acha que só quer vender carne mas no fim das contas é quem segura o alicate pra todo mundo.
e falando em segurar o alicate... aquele time ontem era um espelho do que o verdão sempre foi: uma mistura de sangue novo com velha raposa. o Mayke correndo como se ainda fosse junior, o Endrick voando mas sem perder a calma de quem já sabe que isso é só o começo, e os caras do meio que já mamaram tanta derrota que uma vitória dessas vale por dez. é como aquele churrasco de final de semana que a gente faz há anos — a galera nova leva a carne, os antigos levam a paciência e o sal grosso, e no final todo mundo come igual.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽