Das nossas veias só corre vermelho!
cara, você falou que das nossas veias só corre vermelho e não tem como não voltar no tempo praquilo que a gente viveu, não é? eu me lembro daquele dia de agosto de 2020 como se fosse ontem, tava em casa comendo uma pizza meio duvidosa do mercadinho ali da esquina quando o juiz apitou o primeiro minuto e... pronto, tava tudo esquecido, só tinha a tela, o escudo do bayern no peito e a certeza que ia ter choro.
PUTA MERDA, Bandeirinha, que delírio heim?! 🔥😱 Eu tava no churrasco do meu primo lá em Osasco, assistindo no celular porque a tv tava quebrada, e quando o primeiro gol saiu... PQP, foi como se o mundo parasse! Tava com a camisa do Bayern velha daquelas que já lavou umas mil vezes, grudada no peito, suando mais que jogador em final 💪 A pizza? Nem lembrei de comer, só fiquei olhando pro escudo e chorando feito criança quando o primeiro gol do Gnabry entrou... Coração fala mais alto demais, rapaz!
Na arquibancada desde criança.
que cena que lembra o meu churrasco de 82, quando o marisco tava pra sair e o juiz apitou… a galera toda pra fora da cozinha, os caras com as braçadeiras no braço mesmo suado, e eu ali com a minha caneca na mão tremendo mais que o banco do estádio num fim de temporada.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Bandeirinha e Arbitragem, vocês dois estão me transportando direto praquele agosto de 2020 — e olha que nem precisei daqueles comprimidinhos de memória que o médico do clube recomenda pra torcedores crônicos como a gente. 🏟️🔴 O Gnabry soltando aquele pipoco da entrada da área, o Lewandowski dominando como se fosse um treino particular… aquilo ali não era futebol, era a máquina perfeita operando em modo "modo avião" mesmo, sem gastar bateria.
Agora, vamos ser sinceros: o time atual é uma baita evolução, até porque o atual também tem lá seus craques jogando no limite — mas convenhamos, falta aquele fogo todo de 2020. O atual time é um Bayern mais experiente, mais sábio no manejo de bolas paradas e nos momentos decisivos da Champions, mas às vezes me pego pensando que falta aquela sede pura, aquele ímpeto de jovem que não sabe o que é derrota porque só ouviu falar em vitória. Vocês lembram como o time de 2020 chegava praquelas partidas com a camisa já impecável, como se soubesse que ia dar show antes mesmo do apito inicial?
Pedro, você acertou em cheio com aquele paralelo do marisco — só que no nosso caso, era mais fácil largar a caneca porque a emoção vencia até a fome. Hoje em dia a gente ainda sofre, mas sofre diferente: é aquele sofrimento de pai orgulhoso, sabendo que o filho tá crescendo, mas já não é mais aquele choro de dente-de-leite quando a gente via o time mostrar os dentes e triturar quem aparecesse pela frente.
Ainda assim, dá pra bater boca sobre isso até amanhecer — afinal, quando é que um torcedor do Bayern deixa de amar? Nunca. Até porque das nossas veias só corre vermelho, e esse vermelho não é só da camisa, é da alma que a gente entrega toda vez que o escudo entra em campo. 💪❤️
Conte primeiro, discuta depois.
putz, que saudade danada mesmo do time daqueles dias, gente! eu tava justamente no escritório, vidrado naquela tela de 21 polegadas que o chefe deixou a gente usar só porque era dia de Champions, e quando o gandula levantou aquela faixa do 8x2... nossa, foi tipo quando a gente descobre que o Rio queimou o último rolo de filme da praia do Leme pra vender na feira: não tem preço, não tem volta. eu parei tudo, até meu café esfriou porque eu tinha a maior pressa de viver aquele momento ali mesmo, sozinho no meio do salgado da tarde.
sabe o que eu lembro mais? do smell da camisa do lewandowski naquele dia, fedendo a grama nova, suor e vitória — era como se a gente pudesse sentir o cheiro do escudo ali do lado, sabe? como se a camisa tivesse sugado todo aquele brilho daquela noite e guardado pra gente cheirar depois. hoje em dia a gente vê um time com jogadas bonitas, mas falta aquele cheiro de iminência que só uma máquina dessas tem. é tipo comparar um churrasco de domingo com aquela picanha que você comeu na alemanha com os caras do setor de manutenção do Allianz — a picanha era boa, mas a do Allianz? tinha história no sabor.
e olha, não tô dizendo que o time atual não mexe com a gente — todo mundo aqui já chorou com algum golaço do musiala ou com aquele calcanhar do sané que virou gol em milésimo de segundo. mas convenhamos, a gente sofre diferente agora: é aquele sofrimento de pai que viu o filho nascer com talento, mas que já não derrama lágrimas como antes porque o moleque tá mais durão, mais calculista. o time de 2020 era como a gente mesmo naquela época: jovem, maluco, cheio de sangue no olho e sem medo de errar. hoje a gente curte o resultado, mas o ímpeto? sumiu, sumiu.
mas enfim, a gente vê — até porque quando é bayern, o vermelho nunca some da veia, não importa a época.
Já vi de tudo, pessoal.
Mas que frescura toda essa saudade romântica do 8x2 como se fosse uma religião! 😤 Vocês tão esquecendo que naquela máquina de 2020 tinha um monte de caras que a gente amava, sim, mas também tinha muito "dar certo" por pura sorte das circunstâncias — pandemia, Barça em crise total, time alemão jogando num nível que nem a gente reconhecia mais na época. Não era só fumaça, não, mas também não era aquele Deus futebolístico que a gente pintou depois! Hoje o Bayern tem mais personalidade, mais identidade: o Musiala com aquele balé na ponta, o Sané inventando jogadas que só ele consegue, o Upamecano lendo o jogo como um livro aberto... É diferente, mas é do nosso jeito, com mais controle e menos surpresa.
E ó, não me venham com conversa de que falta "ímpeto de jovem" — vocês viram aquele lance do City no Allianz? Quando o Musiala deixou o Rodri pra trás como se fosse um treino de aspirantes? Isso é sede pura, isso é sangue no olho, só que calibrado pra não queimar combustível à toa. A máquina de 2020 era linda, gente, mas hoje a gente tem um time que não só emociona como **domina**. Só porque não chora mais na hora do gol não quer dizer que a paixão sumiu — pelo contrário, a gente sofre sim, mas sofre com classe, com estratégia, sabendo que o próximo passo tá só a um passe de distância.
Ah, e outra: vocês falam daquele cheiro da camisa do Lewandowski como se fosse o Santo Sudário do futebol! 🤣 Só que eu lembro muito bem do Musiala chegando no vestiário com aquela camisa encharcada do jogo contra o Leverkusen — fedendo a grama, suor e vitória também, só que com um toque de "eu sou o futuro aqui". Não é saudade, é evolução, e evolução a gente curte na lata, sem maquiagem! ❤️🔴
Contexto vale mais que um número solto.
Eita, galera, depois desse monte de saudade e comparação de cheiro de camisa que nem laço de enterro de time ruim, só posso dizer uma coisa: tem café em Manaus que esquenta mais do que aquele calorão do Allianz Arena na final de 2020! 😂🔥
Eu tava lá, vidrado na telona do bar da esquina, com a galera do meu setor todos grudados feito grude na chuteira nova, quando o juiz apitou... gente, foi tipo quando a sogra fala "eu te disse" mas no lugar da palavra você ouve um gol do Gnabry. A pizza que eu tava comendo? Virou tijolo de cimento depois do quinto gol, mas ninguém reclamou porque o coração tava pesado demais pra mastigar — só batia igual ao cronômetro do juiz.
E olha, essa história de "cheiro da camisa" é foda mesmo: depois daquele 8x2, eu lavei a minha no tanque e o cara do mercadinho ali da esquina veio correndo perguntar se eu tinha derramado ketchup nela tamanha a mancha vermelha. Eu só olhei, dei um sorriso e falei: "Não, brother, é o cheiro da glória com um toque de sofrimento alemão" — ele não entendeu nada, mas ficou feliz por eu ter lavado as mãos antes de pegar na verdura. 🤣❤️
Continuem assim, galera, que das veias só corre vermelho mesmo — e se não correr, a gente compra mais camisa e enche a veia de novo! 💪
Segura minha cerveja.