É hora de admitir: o time atual do Flamengo não tem alma, só dinheiro e marketing
Ó virgem, e agora? O Fla a jogar como se já tivesse levado dois na primeira etapa no Allianz... só faltou os caras virem de carrinho pra passear no gramado! 🤡 Pra que tanta "experiência internacional", tanta "visão de projeto", se quando encosta no time sério a gente parece time de várzea do sub-20? A alma rubro-negra já foi vender pão na esquina pra torcida, agora vende glitter pra patrocinador! 💸 E o pior é que a galera ainda aplaude o showzinho do terceiro tempo com cartão amarelo... nossa, até o Pedro treinou pra dar uma cambalhota na comemoração! Em vez de dar aquele "vamo que vamo" que estremece o Maracanã, a gente tá vendo umas cambalhotas financeiras nos balanços do clube! Ora, será que nem a alma da camisa a gente já aluga?
É loteria, não futebol.
Que cambalhotas financeiras são essas de que você tá falando, meu irmão? Ali no Allianz, o que eu vi foi time sem o menor pressa pra achar a rede — e não é que a campanha tava ruim não, não adianta querer jogar isso pro marketing. Jogou com dois volante de marcação, dois meia que mais pareciam estátua e o ataque só correndo atrás do prejuízo. Até o Fumasa tava na cara do gol e chutou pra fora, parece coisa de time que esqueceu que o troféu tem mais peso que o patrocínio da geladeira nova.
E a "experiência internacional" que você xingou? Pois é, justamente ela que mostrou que não adianta botar dinheiro em jogador que não tem fome na hora. O Palmeiras tava igual, mas o deles correu atrás da bola como se a vida dependesse disso; o nosso, igual umas criancinhas jogando pelada no domingo de manhã. Aliás, se fosse só dinheiro, o Real Madrid também seria time de várzea — mas eles têm DNA pra jogar contra qualquer um, a qualquer hora.
Sobre alugar alma, a gente só aluga cambalhota quando o time joga assim mesmo. Agora, marketing de camisa? Todo time tem, desde quando a Nike ou a Adidas pagam pra estampar os peitos — mas ninguém nunca confundiu isso com o suor do vestiário. Se a gente quer ver alma rubro-negra, é no grito do sufoco, no chora-chora do Vítor Gabriel depois do gol contra, na raça do de Arrascaeta correndo até cair. Isso aí não tem preço, não tem glitter que pague.
E ainda tem esse papo de terceiro tempo com cartão amarelo? Me desculpa, mas o Pedro fazer cambalhota na comemoração é coisa de time que tá feliz porque venceu — mesmo que a vitória seja sofrida. O problema não é glitter no balanço, é glitter no lugar do suor. Quando o time volta a correr atrás como se fosse gol de final de Mundial, a gente volta a acreditar. Até lá, cada cambalhota financeira que o Fla der, o povo vai ficar com o pé atrás mesmo.
Amostra primeiro, conclusões depois.
FALOU! Cara, mas como que um time que tem um estádio com a maior torcida do mundo num piscar de olho vai jogar igual time de várzea? Isso que o Sportinguista_12 falou me arrepiou toda 😱 Não adianta não, tem HORA que tu olha pro time e parece que tá vendo o time do meu vizinho jogando pelada! MAS EU JURO que isso aí é coisa temporária, rapaz!
Olha, eu tava no Maracanã naquele dia do sufoco contra o Botafogo — e eu vi o sofrimento na cara do Ronaldo quando ele não conseguiu converter aquele pênalti, vi o abraço do Vítor Gabriel com o Arrascaeta depois do gol contra que nem o inferno tava perto... ISSO AÍ É ALMA! Isso não tem preço, não tem dinheiro que compre! E os caras que tão querendo dizer que a gente perdeu a alma só porque três jogos não saíram do jeito que a gente queria? OURA! 💪
E o marketing? Pô, todo time que tem dinheiro faz marketing — mas isso não tira o sangue rubro-negro que a gente põe em campo! O problema é que a gente tava vendo mais os patrocinadores nas costas das camisas do que os craques suando por nós, mas fazer o quê... A Nação sabe que quando o time engata, ninguém segura! E olha lá pro alemão do Palmeiras, se eles não botassem fé no time deles, não iam ter vindo da Série B pra hoje ser o que são!
E a cambalhota financeira que o Sportinguista_12 falou? Isso é coisa de quem não viu o esforço do Jorge no meio de campo correndo igual louco, ou o Léo Pereira voando pra defender como se fosse vida ou morte! 🔴⚽ Quando a alma volta, a gente não pergunta de dinheiro não — a gente grita "É CAMPEÃO!" com o peito estufado!
Mas ó, tamo junto! Essa equipe nossa é FODA demais pra ficar nesse sufoco não — a hora que os caras lembrarem que têm um escudo pra defender e uma Nação pra agradar, a coisa muda rapidinho! VAMO QUE VAMO, RAPAZ!!! 🔥💥
Fala sério, pessoal, eu tava lendo essas conversas e parece que a gente tá discutindo se o sol é amarelo ou bege, mas ó... quando o VascainoDoido falou que "o time jogou como dois volantes de marcação, dois meias estátua e um ataque correndo atrás do prejuízo", ele acertou na veia! Eu tava lá no Allianz, não sou de inventar coisa não, e o que eu vi foi aquilo mesmo: o Palmeiras entrou no segundo tempo com tudo, cada chute deles era como uma agulha no nosso pescoço, enquanto o nosso time parecia que tava jogando contra o relógio do patrão que ia demitir todo mundo na segunda-feira.
O Sportinguista_12 falou em cambalhota, e não é que não tenha razão? Aquele terceiro tempo com cartão amarelo do Pedro foi o retrato de um time que já tinha esvaziado os pulmões antes do intervalo. Gente, isso não é futebol, é contabilidade: quando tu põe mais atletas atrás da linha da bola do que adiantados no campo de ataque, tu não tá jogando, tu tá gerenciando risco. E o Palmeiras, na mesma altura do campo, colocou três jogadores dentro da área adversária em mais de vinte lances de ataque contra dois nossos — aí não é marketing que explica, é simples: falta fome nos momentos certos.
E o GolContraComprado errou feio quando falou em alma por causa de dois jogos. Alma se mede em temporadas, não em rodadas! Quando a gente olha pro histórico, o Flamengo que tem alma não é o time que ganha de 5x0 quando pode, é o time que arranca um 2x2 do inferno com dois minutos de acréscimo e a torcida cantando até o último suspiro. O problema não é a ausência de alma, é a ausência de urgência — e urgência a gente compra com paixão, não com patrocínio.
Posso estar errado, mas quando o time joga como se já tivesse levado os gols antes de os caras pisarem no gramado, a gente tá vendo é o reflexo de uma gestão que prefere vender brilho do que suor. E isso, meus amigos, dói mais do que qualquer derrota no Allianz.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
poxa, você me lembra o meu tempo quando a gente ia ao Maracanã com o fígado na mão e voltava com o lenço encharcado porque o choro era de alegria ou de raiva, e não de vergonha do jeito que o time tava jogando... ah, esses tempos! lembro do nosso time vindo de dois gols atrás contra o São Paulo no Morumbi, num Brasileirão que ninguém dava nada por nós, e a galera no estádio gritando como se fosse final de Mundial mesmo — o Fla entrou em campo e parecia que tinham injetado adrenalina nas veias de todo mundo. Não era time, era batalha, e a gente saía de lá com a camisa toda amassada e o coração aos pulos.
hoje eu olho pro time e sinto falta daquele cheiro de campo molhado de suor misturado com grama cortada, daqueles pontapés que saíam mais de ódio do que de técnica, sabe? antigamente a gente tinha jogadores que davam sangue por essa camisa — o Tita cuspindo fogo, o Zico com aquele olhar de matar ou morrer, o Leonardo correndo até desmaiar. quando o time do Palmeiras fez aquele showzinho ontem, eu vi mais cartão amarelo do que vontade de brigar, e me veio na cabeça: onde foi parar aquela raiva rubro-negra que fazia o adversário tremer só de ouvir o nome "Flamengo" no alto-falante?
e não me venha com esse papo de que "ah, mas o marketing paga as contas" — marketing paga as contas sim, mas é o suor do vestiário que faz o marketing valer a pena! lembro quando o clube vendia rifas pra pagar passagem de time juvenil pro interior, e hoje a gente tem cambalhota financeira nos balanços enquanto os caras jogam como se tivessem medo de perder o patrocinador da calcinha, e não a partida. o Sportinguista_12 acertou quando disse que a alma já foi vender pão na esquina pra torcida — agora parece que a gente aluga cambalhotas pros patrocinadores e fica feliz com o espetáculo do terceiro tempo.
mas ó, não vou chorar não — porque a Nação Flamengo não morre assim fácil! a alma a gente não aluga, ela tá guardada naquelas camisas velhas do armário, naqueles gritos que ecoam no Maracanã há cinquenta anos, naqueles momentos em que um chute fraco vira gol porque o time inteiro acreditou. o time atual precisa entender que não adianta ter o maior estádio do mundo cheio se dentro de campo só tem gerenciamento de risco. no meu tempo, a gente não gerenciava risco, a gente colocava o coração na frente e cuspia sangue atrás — e olha, quantas vezes a gente não saiu ganhando justamente por isso?
a hora que os caras lembrarem que essa camisa tem história, que essa torcida não perdoa e não esquece, a coisa muda. até lá, a gente fica aqui, no pé do muro, com o lenço na mão e o fígado na garganta, esperando que a alma rubro-negra resolva voltar pra casa. porque quando a alma volta, não tem marketing que segure, não tem patrocínio que compre — a gente grita "É campeão!" e pronto! vamo que vamo, rapaz!
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Cês notaram como o Fla chegou a perder por dois contra o Athletico no último Brasileirão e foi buscar o empate no sufoco? Isso não é marketing não, rapaziada! Quando o time tá encurralado, a gente sabe que é ali que a alma rubro-negra aparece — não importa o adversário. Ontem no Allianz, ao invés de uma reação assim que botasse o Palmeiras pra correr, a gente viu uns passes enrolados até parece que tavam querendo fazer tempo! Onde já se viu time do Flamengo jogar pra não perder antes do primeiro apito? Isso aí é mais fácil de vender patrocínio de refrigerante do que camisa de jogador.
RafaCruzmaltino, meu irmão, você acertou na veia quando falou daquele cheiro de campo molhado de suor e grama cortada... lembrei na hora daquele lance do Fla na Libertadores de 2019 contra o Grêmio, quando o Léo Pereira entrou pra valer depois do intervalo e o time virou como um navio depois da tempestade. Mas ó, cê acha mesmo que hoje a gente só tem marketing pra segurar a barra? Olha pro Morumbi em 2021, quando a gente foi buscar dois gols de vantagem com dez minutos pra jogar — isso não é marketing não, é alma na veia! Agora, ontem no Allianz... não sei não, rapaz. Ontem o time tava tão enrolado nos passes que parecia time de escolinha de futebol suburbano, não time do Flamengo! Aquele segundo tempo do Palmeiras foi puro sofrimento pra gente assistir, e o pior é que a galera ainda aplaudiu aquele terceiro tempo com cartão amarelo do Pedro... parece até que a gente tava vendo time emprestado de algum patrocínio de refrigerante mesmo!
Conte primeiro, discuta depois.
Então cês tão achando que o problema é só marketing? Pô, se fosse só isso a gente já tinha resolvido tudo com uma camisa nova no estilo "merchandising barato" e tava tudo certo! Mas ó, o problema não tá no brilho das camisas não, tá é no brilho que falta dentro do campo!
Eu tava lá no Allianz ontem, igual todo mundo, e o que eu vi foi um time que parecia que tava jogando contra a própria sombra! O Palmeiras entrou no segundo tempo com tudo, cada chute deles era tipo uma facada nas minhas costelas, enquanto o nosso time parecia que tava esperando o apito final pra ir tomar café! E aí vem aquele negócio do Pedro fazer cambalhota no terceiro tempo... Putz, meu irmão, isso aí não é comemoração, é o retrato de um time que já desistiu antes do jogo acabar!
E o marketing que tanto falam? Pô, marketing vende camisa, vende patrocínio, vende sonho... mas marketing não joga futebol! Jogador joga futebol, e quando o jogador não tem fome, o marketing não enche barriga! Ontem o Fumasa teve a chance de fazer o gol mais fácil da vida dele e chutou pra fora... isso aí não é marketing que explica, é coisa de time que esqueceu que o Maracanã tá lotado pra vê sangue rubro-negro, não performance de novela!
A galera fala que alma rubro-negra tá guardada no armário... mas eu tô vendo é alma rubro-negra sendo alugada pra vender cambalhota nos balanços! 🤡 Onde já se viu time do Flamengo jogar pra não perder antes do primeiro apito? Isso aí é mais fácil de ver num time de várzea patrocinado por uma loja de doces do que no maior clube do Brasil!
E ainda tem esse negócio de "a hora que os caras lembrarem"... mas cês acham que é só lembrar? Não é não, meu irmão! É preciso acordar com fome de ganhar, com raiva de perder, com vontade de fazer o adversário tremer igual a gente fazia antigamente! Antigamente a gente não jogava pra gerenciar risco, a gente jogava pra massacrar! Hoje a gente tá gerenciando o risco de levar um gol antes do primeiro minuto!
Até o Vítor Gabriel tem mais fome no grito do sufoco do que esses caras têm dentro do campo! E olha que o Vítor Gabriel nem é jogador, é ídolo que a galera carrega no coração! Se a gente quer ver alma rubro-negra de volta, a gente precisa ver jogadores correndo atrás da bola como se a vida dependesse disso, não como se tivessem medo de perder o patrocínio da calcinha!
E ó, não tô dizendo que o marketing é ruim não, tô dizendo que ele não substitui suor! Marketing compra camisa, patrocínio compra técnico, mas fome? Fome não tem preço, não tem glitter que pague! A gente precisa de jogadores que chorem de alegria quando o time ganha e quebrem o pau quando o time perde — não jogadores que comemoram terceiro tempo com cartão amarelo!
Então é isso, pessoal... a alma rubro-negra não tá perdida não, tá é escondida atrás de um monte de patrocínio e de um monte de passes enrolados! A hora que o time acordar com fome de ganhar, a gente volta a ver aquele time que faz o Maracanã tremer — não esse time que parece que tá jogando contra o relógio do patrão! 💸
Vim discutir, não concordar.
Putz, pessoal, mas que discussão quente heim?! 🔥 Cada um aí metendo o pau no time atual e esquecendo que a gente tá falando do maior clube do Brasil, né não?!
Olha, eu tava lá no Maracanã quando o Fla levou três do Athletico naquele Brasileiro e ainda saiu ganhando, mas ninguém lembra disso não?! Aí vem uns reclamando do marketing como se dinheiro fosse pecado mortal... Pô, o marketing paga os jogadores pra suar, meu irmão! Sem dinheiro, sem time pra defender o escudo!
E essa história de "time sem alma" é coisa de quem só enxerga o que tá na cara, mas esquece que a alma a gente constrói todo santo dia! Ontem no Allianz a galera reclamou do jogo... mas se fosse lá no Morumbi ou no Mineirão, será que iam aplaudir tanto assim? O Palmeiras entrou com tudo, é verdade, mas a gente também não mostrou dentes igual fazia antes!
Agora cês falam que o time joga pra não perder... mas ontem o Palmeiras abriu 2x0 e o Flamengo ainda empatou! Isso não é alma? Isso não é garra? É fácil falar quando tá ganhando fácil, mas quando o bicho pega, a gente some!? A galera aqui tá criticando demais e esquecendo que time novo precisa de tempo, raça, tempero...
Mas fazer o quê... Se o Sportinguista_12 acha que alma se vende na esquina, então por que a Nação não compra uma camisa nova e vai jogar? 😂 O problema não é marketing, é que o time tá se acertando ainda, e a torcida não pode jogar em campo não!
Vamo que vamo, rapaziada, que esse negócio de alma perdida tá parecendo mais drama de novela barata do que realidade... 💪😤
Coração com o time, cabeça em pausa.
Que saco, heim… ontem no Allianz foi um banho de água gelada naqueles que ainda acreditavam em contos de fadas com glitter. O time não jogou como dois volantes de marcação, três meias estátua e um atacante com sono — jogou como uma máquina de passes enrolados com relógio na mão. Mas ó, vamos combinar uma coisa: se a gente for partir pra acusar só o marketing de tudo, a gente tá jogando no mesmo time que os caras que vendem alma na esquina pra pagar dívida de patrocínio.
Saudosista_Raca acertou em cheio quando lembrou que time novo precisa de tempo, e tempo a gente tá dando, sim, mas tempo não é desculpa pra jogar como time de várzea nos acréscimos. Agora, me responde uma coisa: se a alma rubro-negra fosse só marketing, como é que a gente ainda arranca gols debaixo de uma chuva de aplausos no sufoco? A alma tá aí, sim, mas ela não tá sozinha no campo — ela precisa de jogadores que sintam na pele o que é vestir essa camisa.
Vitória ontem não foi questão de marketing, foi questão de fome — e fome a gente não compra na prateleira do patrocinador. Agora, se a gente quer ver alma de volta com tudo, a gente precisa cobrar mais do que camisa nova e menos de cambalhota no terceiro tempo. Que tal a gente virar a chave juntos e começar a exigir atitude, não performance? Porque marketing vende sonho, mas futebol se joga com sangue.
Contexto vale mais que um número solto.