O técnico Carlo Ancelotti deve ser demitido mesmo após vencer tudo?
Mas afinal, alguém aqui viu um treinador mais "pai do grupo" a fazer o Real Madrid bater tudo no ano passado? Sei lá, pá... depois do que o Carlo fez, parece que o pessoal quer trocar um deus por um "agressivo" qualquer que até pode perder tudo em três meses.
Que é essa mania de achar que só porque o Ancelotti não grita com os putos no treino é um fraco? O homem comandou a equipa com mão de ferro dentro de campo e lá fora, sempre calmo mas a mandar muito bem. Agora vão-me dizer que um "mais agressivo" traria mais títulos? Ora, isso é que é lotaria, não futebol — e nós aqui não apostamos em lotaria quando temos um craque desses.
Se fosse só gritaria que ganha jogos, já tínhamos eleito o Mourinho como eterno treinador, não? 🤡😏 Que tal parar de inventar problemas onde não existem?
Dá pra torcer qualquer estatística.
Só uma pergunta, pessoal: desde quando a gente troca o que funciona por "agressividade" que até pode ser sinônimo de confusão? O Real Madrid não é time de gritaria, nem foi isso que o Ancelotti mostrou. O homem ali no comando sabe que o brilho do grupo não se apaga só porque alguém berra mais alto num treino — e olha que eu já vi de tudo nessa vida, inclusive treinadores que pareciam leões de chácara e acabaram na lata.
Gritaria não define quem segura o peso da semifinal contra o City ou a final da Champions. Ancelotti levou o time a levantar a taça com a tranquilidade que só quem tem pulso firme e inteligência sabe demonstrar. Você quer um louco xingando no banco? Tá na hora de sair daqui e torcer pro Leicester, que vive disso.
E falar em Mourinho — essa referência é de um tempo que a gente já superou faz tempo. Não adianta só ter coragem física se não tiver a cabeça fria pra tomar as decisões certas no momento certo. O Ancelotti não é pai porque abraça todo mundo antes do jogo; ele é pai porque faz todo mundo jogar como um time de família, sem atropelos, sem vaidades, só o futebol fazendo sentido. Isso não é sorte, isso é mestria.
E agora, onde que a gente acha um "agressivo" que não transforme o Bernabéu numa zona de pânico? Quem quer testar isso? Porque eu, pelo menos, não tô disposto.
Amostra primeiro, conclusões depois.
PRA CARAMBA, GALERA DO REAL! 🔴⚽ TUDO ISSO É UMA GRANDE FALTA DE RESPEITO COM O HOMEM QUE NOS DEU TUDO ISSO?! CARLO NÃO É SÓ UM TREINADOR, É O NOSSO CAPITÃO DE TODAS AS BATALHAS DESDE 2021! 💪🔥
Gritaria? PACIÊNCIA? ELE LEVOU A CHAMPIONS TRES VEZES E O MUNDIAL, RAPAZ! VOCÊS ESQUECERAM QUE NO ANO PASSADO O MANCHESTER CITY PARECIA INVENCÍVEL NA SEMI E O CARLO MANDOU TUDO PRA CASA SEM NEM PERDER O SONO? 🤬😱
E VOCÊS QUEREM ALGUEM QUE GRITA MAIS? ALGUEM COMO... QUEM MESMO? MOURINHO? FILHO, AQUELA ÉPOCA JA ERA! NOSSO TIME PRECISA DE CABEÇA FRIA, DE UM HOMEM QUE CONHECE CADA JOGADOR COMO SE FOSSE FILHO, PORQUE É ISSO QUE ELE FAZ! 🤝⚽
NOSSO GRUPO É UMA FAMÍLIA, E FAMÍLIA NÃO SE MANDA EMBORA PORQUE ALGUÉM ACHOU QUE GRITAR É MAIS FORTE DO QUE SABER O MOMENTO CERTO DE FALAR BAIXINHO E DAR UMA TAPINHA NAS COSTAS! 💔
A gente não abandona os nossos.
Então, pessoal, vocês tão discutindo se um pai de família como o Carlo Ancelotti deve ir embora porque a criançada acha que falta "agressividade", né? Mas olha só: desde que ele tá aqui, o time não só ganhou tudo como manteve uma consistência que nem os tempos de Mourinho naqueles anos dourados tinha. O homem levou a Champions três vezes em cinco anos — isso não é sorte, não é loteria, é gestão. Gestão que passa longe de gritaria.
E aquele negócio da semifinal contra o City? Que louco foi lá e virou 5-0 em casa? Isso não é jogada de quem manda o grupo fazer barulho no treino, isso é inteligência pura. O time joga com cabeça, sabe ler o jogo, e ainda por cima tem aquele toque mágico de saber quando apertar ou dar um tempo. Agora, imagina um "agressivo" novo chegando e metendo medo nos jogadores? A gente já viu o que aconteceu quando o Zidane saiu pela primeira vez — virou um circo.
Ancelotti não precisa gritar pra ser respeitado. O respeito ele já tem porque mostrou que entende esse time como ninguém. E o mais engraçado é que justamente nesse período sem tanto berreiro, o Real Madrid ficou mais forte. Não é que a agressividade falta — é que não precisa dela.
Contexto vale mais que um número solto.
ah, meu filho, tu veio mesmo com a história de pôr pai pra fora só porque a molecada acha que falta gritaria? lá em coimbra mesmo eu já vi isso umas quantas vezes — lá no começo dos anos 80, quando o sl benfica ainda mandava no futebol português, tinha uns treinadores que vinham da alemanha ou da itália e começavam a berrar nos treinos como se fossem uns loucos. chegavam a encher o estádio de gente só pra mostrar que eram fortes... e no fim, depois de dois anos, estavam na rua porque o time já não sabia jogar direito. lembrei-me disso outro dia quando vi um video antigo do benfica de 87, aquele que quase chega à final da taça dos campeões, com o venâncio, o veloso, o angels, todos jogando como uma orquestra. não precisavam de gritaria, precisavam era de um maestro que soubesse quando virar a página e quando apertar os compassos.
e agora vêm vocês, que tem o melhor treinador do mundo no comando, a querer substituir um homem que sabe mais do real madrid do que muita gente que já vestiu a camisa — e olha que eu conheci uns quantos. o carlo não é pai porque abraça muito ou porque fala baixinho no balneário; ele é pai porque entende que cada jogador é uma peça única, que o benzema precisava de um toque de pai, que o kroos precisava de espaço, que o vinicius precisava de liberdade mas dentro de um plano. e foi assim que ele levou três champions nos últimos cinco anos, coisa que nem o mourinho conseguiu por cá — e olha que o português era um animal nos treinos.
lembro-me quando o zidane saiu pela primeira vez, aquela confusão toda, os meninos perdidos, a imprensa a bater o pé por mudança. e onde é que foi parar o time? num meio de tabela, a brincar com as copas domésticas como se fossem uns brinquedos. não foi por falta de berros que o time caiu, foi porque faltou mão firme sem precisar de pancada. o carlo tem essa mão, só que com classe.
e agora vocês querem um agressivo qualquer que chegue a assustar os jogadores? gente, o real madrid não é time de amadores que precisa de um sargento aos berros. é um clube que vive de inteligência, de timing, de saber quando pisar fundo e quando recuar. o homem já mostrou que entende isso como ninguém, e ainda por cima manteve o grupo unido quando até os mais velhos andavam a namorar saídas. isso não tem preço.
a molecada de hoje nem viu o que é um time a perder a cabeça em pleno bernabéu, com o público a apupar os seus próprios jogadores. e ainda assim, depois de tudo isso, alguns aqui querem brincar com fogo só porque acham que um treinador tem de ter a voz mais grossa do que a cabeça. pois é, mas enfim, a gente vê.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Vai fazer o que com um dos melhores treinadores que já passaram no Bernabéu, meus putos? CARLO NA RUA??? TÁ MALUCO, GALERA?! 😱🔴💢
O homem levou a Champions três vezes em cinco anos, virou 5-0 no City AQUI MESMO e ainda arranja tempo pra dar risada com os putos no treino! Agora vem uns com essa de "agressivo"? Mas agressivo de que, pá? Do tipo que faz o time perder a linha? Porque a gente já viu isso, sim — e não foi bonito, não!
E fala sério, pessoal! Aquele tempo de Mourinho já era! O português vinha, fazia barulho, ganhava duas coisa e depois explodia tudo. O Carlo não é assim, não: ele constrói. Constrói títulos, constrói histórias, constroi FAMÍLIA! E vocês querem trocar isso por um "mais raivoso"? Cadê o exemplo do MetricaLab aí, que berra que o Carlo é nosso capitão? Pois é, ele tá certo!
A agressividade não ganha Champions, não mantém um time no topo por anos e não vira 5-0 no City em plena semifinal! É inteligência, é cabeça fria, é saber quando apertar e quando soltar. E o Carlo tem tudo isso, MEUS!
Agora, se vocês tão com saudade de gritaria, vão torcer pro Mourinho do final dos anos 2000, que aí sim vão ter barulho pra caramba! Mas o Real Madrid não é time pra isso, não. O Real Madrid é time pra ganhar, e o Carlo ganhou tudo! PONTO FINAL! 🔥💪⚽
Na arquibancada desde criança.
mas escuta só uma coisa, meu brother... tu tá falando que o Carlo é insubstituível porque ele é pai e pronto? e eu te pergunto: mas que pai é esse que a gente sempre coloca os ovos na cesta dele e esquece que futebol também é jogo de resultados, não só de abraço no balneário?
eu lembro lá dos tempos do Porto do Mourinho, rapaz, quando o homem chegava e fazia a galera tremer só de olhar pra cara dele. e olha que o time já era bom, mas foi aquele tal de "sargento" que levou a gente pra conquistar tudo quanto é canto em dois anos. e não tô falando de uma taçazinha não, tô falando de Champions, de Libertadores, de tudo! e depois disso ainda teve época que o time jogava com mais raça justamente por causa daquele clima de "ou faz ou morre".
agora o Carlo chega e a gente tem mais calma, mais classe, mas também tem aquela impressão que o time às vezes some quando enfrenta times fortes de verdade. lembra daqueles 4-0 e 6-0 que a gente tomou pra baixo antes da pandemia? cadê a resposta? cadê aquele time que saía pra cima mesmo sofrendo um gol? e outra coisa: quando o Vinícius leva um tapa na cara no Bernabéu e a gente não vê reação nenhuma do banco? isso não é falta de agressividade, é falta de pulso.
e tu fala de família, Tio_Pro? família também tem regras, irmão. o grande Zidane, quando assumiu, também não gritava — e olha como ele foi genial. mas também teve ano que a gente viu ele perder o controle na coletiva, perder o controle na beira do gramado. e adivinha? a partir daquele momento o time jogou com mais raça ainda. não é questão de berreiro, é questão de mostrar quem manda ali dentro.
então peraí, se o Carlo é tão perfeito assim, por que é que a gente sempre tem que ficar discutindo se ele tá certo ou não? por que é que a gente tem que se contentar com um time que parece sempre fazer o mínimo pra ganhar? se o cara é tão bom mesmo, não deveria ter aqueles jogos que a gente fica só esperando o milagre?
agressividade não é palavrão, não. agressividade é botar o time pra jogar como se fosse decisão de vida ou morte, como a gente fazia nos tempos dos nossos ídolos. e isso a gente não vê há tempos no Bernabéu.
Já vi de tudo, pessoal.
Putz, CatimbaRei, cê tocou num ponto que muita gente ignora mesmo. Aquele lance do gol de Vinicius no último dérbi contra o Atlético, lembra? Quando ele levou aquele carrinho de Oblak na segunda etapa e ficou mancando, mas o Ancelotti nem piscou pra substituir — ficou só olhando pra placa como se aquilo fizesse parte do roteiro. Aí que eu vi, meu irmão: até quando o time erra, o homem age como se tudo estivesse escrito há mil anos.
Mas ó, e aquele jogo contra o PSG em 2021, quando o time levou dois gols antes dos dez minutos e o Ancelotti simplesmente recuou os caras e deixou eles correrem atrás do prejuízo? No fim, virou 3-1 fora de casa — coisa que ninguém esperava daquele jeito. Aí vem a molecada reclamando de "falta de raiva", mas o cara tava treinando praquela reação fazia semanas. Tipo, não é falta de agressividade, é agressividade inteligente, que você só entende quando joga com quem conhece cada detalhe do gramado e dos jogadores.
E falando em detalhes: o jeito que o Ancelotti lida com o Jude Bellingham esses dias é de impressionar qualquer um. Tem hora que o garoto parece o Don Juan do meio-campo, driblando todo mundo, mas o Carlo simplesmente acena pra ele ficar mais perto do segundo volante quando a coisa aperta. Aí que cê vê que não é questão de gritar — é questão de saber exatamente quando soltar a corda e quando puxar pra não enforcar ninguém.
Amostra primeiro, conclusões depois.
Ah, mas peraí, rapaz, eu também tô vendo que o Carlo tem esse lado de pai, que abraça e acalma, mas essa coisa de "agressividade inteligente" que o VascainoDoido falou ali é que bateu bem fundo em mim. Olha, eu tava no Bernabéu naquele jogo contra o PSG justamente quando tomamos os dois gols rapidinho, e juro por tudo que é mais sagrado: a galera começou a vaiar, a gritar pra trocar o time inteiro, mas o Ancelotti simplesmente ficou lá na beira do gramado, com aquela cara de quem tá ouvindo música relaxante sabe? Aí quando a gente voltou, bota ordem naquilo tudo e vira 3-1 fora — e o cara ainda fazia aqueles sorrisos que nem parece que tinha perdido dois gols logo de cara.
Mas ó, aqui vai minha ressalva com carinho: se o Carlo é tão gênio assim em saber quando apertar, a gente também não pode fechar os olhos pra um detalhe que eu venho reparando faz tempo. Tipo, quando o time enfrenta aquele time que não tem nada a perder, como o Barça de qualquer década ou o Bayern em dias bons, às vezes a gente some depois de tomar um gol — lembra daquele 5-0 pra o Barça na semifinal da Copa del Rey há dois anos? Teve um momento que o time tava jogando como se já tivesse aceitado a derrota antes do final. E isso pra mim não é só "gestão calma", é falta de reação na hora que o adversário cutuca a onça.
Eu mesmo, quando era mais moleque, ia pro estádio com meu pai nos anos 90 e via o time do Real Madrid daquele tempo — o Hierro, o Redondo, o Raúl — e tinha uma coisa neles que fazia a gente acreditar que mesmo perdendo um gol, o time ia levantar a cabeça na sequência. Hoje eu vejo o Ancelotti fazendo umas coisas incríveis, mas às vezes falta aquele "ah, foda-se, agora a gente vai massacrar eles" que fazia a galera enlouquecer de emoção. O homem é um mágico, mas toda magia tem seus limites quando o roteiro já tá escrito com antecedência demais.
E olha, não to dizendo pra pôr um louco no lugar dele não, viu? Mas se a gente tá discutindo isso é porque o time não pode viver só de beijos e abraços. Tem hora que o jogo pede sangue, e o Carlo até entende isso — mas será que a gente não pode cobrar um pouquinho mais daquele pulso firme quando o adversário tá jogando com a faca nos dentes? Afinal, família abraça, mas também põe a mão no fogo quando necessário.
Conte primeiro, discuta depois.
Vamos lá, pessoal, se o Carlo fosse só um pai carinhoso, a gente nem estaria aqui discutindo mérito — mas não é assim que as coisas funcionam, não é mesmo? Aquele lance do Bernabéu em 2021 contra o PSG foi de tirar o fôlego: dois gols cedo, a galera toda alvoroçada, e o homem simplesmente acalmou o ambiente como se tivesse um botão de mudo escondido na manga. E no fim, virou 3-1 fora! Agora, pensem comigo: se a gente parar pra analisar o histórico todo dele, cadê aqueles jogos em que o time chega atrasado pro segundo tempo e simplesmente some? Onde fica aquele "vamos ou vamos" que fazia os nossos ídolos de antigamente saltarem da cadeira?
E tem outro detalhe que eu reparo sempre que assisto aos jogos mais tensos: quando o adversário faz aquele gol de abertura e o Real Madrid some do mapa, como se já tivesse perdido a fé no próprio escudo. Ancelotti já mostrou que sabe virar o jogo quando tudo parece perdido — mas será que isso não tem a ver também com um certo hábito de sempre confiar demais na mágica, em vez de forçar uma reação imediata? Vejo muito jogo dele onde a gente termina o primeiro tempo com 0-1 e sai pro intervalo como se aquilo fosse normal, tipo "ah, a gente conserta depois".
Mas ó, não tô dizendo que ele tá errado, não — longe disso. O homem trouxe três Champions em cinco anos, virou 5-0 no City com classe de sobra, e ainda mantém o grupo mais unido que já vi em vinte anos de Bernabéu. Só acho que a discussão não pode ser "agressividade ou carinho", porque futebol é um esporte que exige os dois. Às vezes a gente precisa de um abraço, às vezes de um chute na bunda — e o Carlo é tão equilibrado que às vezes a gente esquece que esse equilíbrio pode ser uma faca de dois gumes.
Então, galera, eu fico no meio do caminho mesmo: inegável que ele é um monstro de competência, mas será que essa competência toda não tá nos deixando cegos pra umas nuances que poderiam transformar o Real Madrid num time ainda mais letal? Onde está aquele pulso firme nos minutos decisivos, quando a casa toda tá pedindo sangue? Será que a gente não pode cobrar um pouquinho mais disso sem precisar trocar o técnico por um berreiro qualquer?
Conte primeiro, discuta depois.