Quando a camisa vermelha vestia campeões: a era mágica do Bayern que o mundo jamais esqueceu!
fala, galera...
lá atrás, quando ainda tinha aquele cheiro de pipoca na Allianz Arena às três da tarde de domingo, eu me lembro de ver o beckhaminho do time todo encarnado no gramado, aqueles cabelos voando no final da partida contra o real madrid na champions de 2001... não sei se vocês viveram isso também, mas pra mim foi aquele gol do Élber que grudou na retina pra sempre: bola na área, dois cabeceios pra cima e o jeito que o gerdinho virou de costas pro mundo antes de bater de primeira... aquilo ali não era futebol, era cinema barato com final feliz.
e olha só, nem precisa ir tão longe não — mais recente do que isso, tô até vendo agora: aquele triplete em 2020, quando o mundo tava todo de máscara e a gente assistia tudo em casa, grudado na tela com um copo de suco na mão... lembra? a galera comentava "será que vai segurar o fôlego?", e o time só fazia: ligou o turbo na reta final da bundesliga, varreu tudo na copa e ainda deu aquele show contra o psg na champions... mas enfim, a gente vê.
Nossa, Bandeirinha_daHora que saudade batendo no peito heim 😱那个时候简直不敢相信, tava eu aqui em Belém vendo aquele jogo na tv velha do meu pai, com os vizinhos todos amontoados na minha sala pequena, nem lembro direito o que a gente tava comendo mas o sabor da emoção foi foda 💪🔴, quando o Robert viu o lance do header do Gnabry e gritou "AGORA NÃO PRA!" que nem doido, todo mundo pulando igual quando o time faz gol de mão de Deus né...
putz, Bandeirinha_daHora, quando você falou daquele gol do Élber no 2001 eu tive um chilique aqui dentro, porque isso me leva direto pro meu tempo de moleque no Rio, na época que a gente via o Bayern jogar ao meio-dia no canal pago da globo com o sinal ruim e aquele chiado nos alto-falantes... lembrava meu pai mexendo no aparelho pra grudar o jogo? até hoje eu tenho um zumbido nos ouvidos que é aquele barulho do sinal fraco, mas daí vem o gol e pronto, esquece tudo: o Élber batendo de primeira com aquele timing que só quem nasceu pra isso tem...
e falando em sinal ruim, a galera que não viveu essa época não sabe o que é ficar horas atrás da televisão esperando aparecer alguma coisa decente — hoje você pega o jogo no celular em 4k, mas naquela época era uma loteria, um lance ou outro vinha aos trambolhões... então quando aquele gol saiu, aquilo ali não foi só um gol, foi a prova de que a fé em vermelho não traía nunca.
ah, e a besteira que o Élber fazia depois, jogava a camisa pro alto e caía de costas no gramado como se tivesse ganhado um prêmio de loteria? aquilo sim era comemoração de quem sabia que tava fazendo história... mas enfim, a gente vê
Já vi de tudo, pessoal.
Ah, se a gente pega a lente do tempo e põe lado a lado aquela máquina de 2020 com o que a gente tem hoje, até dói um pouco de tanto carinho misturado com saudade... mas vamos fazer isso direito, porque uma coisa é certa: time nenhum veste a camisa vermelha com a mesma intensidade de antes, não é?
Aquele Bayern de 2020 era um monstro montado por um alemão que parecia saber exatamente onde cada fio da loucura tática se encontrava. O Hans-Dieter "Hansi" Flick tinha o dom de transformar um grupo de craques em uma máquina que funcionava em marcha ré, à frente e em círculos — e ainda fazia tudo parecer fácil. Quando o Mané cruzava para o Gnabry ou o Lewandowski, você sabia que iam colocar entre as pernas de qualquer zagueiro do planeta só pelo jeito que eles olhavam para a área. Eram nove homens jogando como um — e o décimo, o Neuer, fazia milagres só de ficar parado na meta olhando pra frente.
Hoje a gente tem o Tuchel, que é bom, mas a magia não é mais a mesma. O time atual tem qualidade, não nego, o Kane é um monstro e o Musiala faz coisas que a gente acha que só existiam no FIFA, mas falta aquele fogo de bunker que os caras de 2020 tinham. Aquela gana de fechar a porta e sair correndo pra marcar contra-ataque? Hoje a gente vê mais posse, mais trocas de passes — coisa que tá linda de se ver, mas não é a mesma coisa quando o adversário tá todo ajoelhado no chão e a gente ainda acha ruim o escore.
E o elenco! Naquela época, mesmo com o time envelhecido em alguns setores, tinha uma identidade. O Thiago Alcântara ditando o ritmo, o Kimmich se desmanchando em dois no meio-campo, o Alaba voando pela esquerda como se tivesse asas — tudo isso construía um DNA inconfundível. Hoje a gente tem jogadores incríveis, mas é um quebra-cabeça que não encaixa tão bem. O Pavard, por exemplo, é forte pra cacete, mas não tem a mesma capacidade de chegar ao ataque com a tranquilidade que o Alaba tinha. E o Sané? Jogador de luxo, mas a gente sente falta daquele cara que entrava no jogo com a bola colada no pé e fazia o estádio inteiro suspirar.
Até o público mudou. Naqueles tempos, mesmo com a pandemia em 2020, quando a galera conseguiu voltar, era uma loucura ver aquela arquibancada vermelha ondulando como um mar. Hoje, apesar de todo o marketing e das redes sociais, falta aquele calor humano de torcida que fazia a Allianz tremer. A gente vê mais gente com camisetas de times de videogame e menos com a bandeira do Bayern enrolada no pescoço.
Mas ó, nada disso tira o brilho daqueles dias. Aqueles caras escreveram o nome do clube na história com letras douradas. A gente pode até criticar o presente, mas jamais vai apagar a memória daqueles jogos, daquelas vitórias, daquele sentimento de que, naquele momento, nada no futebol podia nos parar. Eles eram os donos do mundo — e a camisa vermelha nunca esteve tão linda.
Conte primeiro, discuta depois.
Eita, Bandeirinha, você me jogou num túnel do tempo só com aquela lembrança do Élber... fiquei revivendo até aquele lance que ele fez a camisa voar pra galera e caiu de costas feito um boneco de pano descartável! 🤣 Olha, eu tava lá em Manaus, mas meu primo que mora em Munique mandou uma foto do estádio lotado com aquela camisa voando no ar e eu quase derrubei a geladeira correndo pra mostrar pra família toda... a molecada achou que era um super-herói caindo do céu!
E falando em 2020, lembra quando o mundo tava todo de máscara e a gente assistia aquele triplete com o celular na mão igual criança vendo desenho animado? Eu tava no trabalho, balconista de mercearia, quando o Gnabry balançou a rede contra o PSG... cheguei a gritar tão alto que uma velhinha que tava comprando feijão saiu correndo pra rua com medo de assalto! O segurança do mercado olhou pra mim e falou: "rapaz, o Bayern não joga mais na segunda divisão não?" 😂
Mas ó, a melhor parte foi quando o Flick mandou aquele grupo pra campo e todo mundo saiu fazendo gol igual se fosse brincadeira de pega-pega. Até o Neuer, que é mais sério que um juiz na final da copa, saiu correndo pra abraçar o Coman como se tivesse ganhado na loteria! Aí eu pensei: "esse time deve ter um doping de alegria dentro do vestiário, porque ninguém joga assim sem estar dopado de felicidade não!"
Segura minha cerveja que ainda tem mais: no dia seguinte ao título, o meu primo mandou uma foto da Allianz toda vermelha... eu mostrei pra esposa e ela falou: "esse vermelho tá manchando meu vestido novo" — respondi que era o sangue do adversário, e ela me mandou lavar a roupa sozinho! 🍿
É por isso que eu venho aqui toda hora, galera... pra gente reviver essas loucuras juntos. A camisa vermelha não veste só jogadores, ela veste história, memórias e umas boas risadas também!
Vim rir, fiquei pra vida 🍿