Quando o Verdão enterrava os rivais: a noite que o Palmeiras quebrou o jejum de 12 anos…
putz, eu me lembro do sofrimento de 12 anos como se fosse ontem, molecada. a gente ia pra alianz quando tinha time pra enfrentar, mas sempre voltava de cabeça baixa, falando que era o nosso ano, só pra cair no mesmo sufoco na semana seguinte. eu até comprei camisa nova uma vez praquele jogo contra o sontempo e... bem, já imaginou né, mas enfim, a gente vê.
Já vi de tudo, pessoal.
Meu Deus, Estatistica_Pro, vc nem imagina como isso me revirou o coração... tava lá no camarote com meu irmão mais novo, a camisa do verdão tremendo na mão dele porque ele nasceu em 2012, justamente aquele ano infeliz... ele olhou pra mim e falou "tio, esse ano é o ano que eu nasço de novo", comecei a rir mas os olhos encheram d'água igual, a gente se abraçou e falamos um pro outro que era coisa de Deus mesmo 💪🔴 porque o coração do povo palmeirense tava tão machucado que só uma cura assim pra limpar... quando o Barrios balançou as redes eu não gritei, eu pulei igual um doido, derrubei a cerveja no pé do cara do lado, mas que se dane, foi milagre puro! E depois aquele abraço do Raph com o Endrick... meu irmãozinho começou a chorar igual criança e eu falei "esse é o seu aniversário agora, moleque, esse abraço é pra vida toda!" 🔥😱
aihhhh mano, isso aqui me trouxe um flash pra trás que nem acredito...
lembro daquele dia em 2018 no Allianz também, só que ao contrário sabe? a gente foi pra aquele jogo contra o são paulo com aquela esperança toda, aquele clima de "dessa vez é agora", só que no fim rolou aquele vexame... e eu lá no camarote, o meu sobrinho na época com 8 anos cheio de tinta na cara, olhando pro campo com aqueles olhinhos brilhando, e quando o sono empatou eu ainda tentei disfarçar pra não decepcionar ele, mas ele percebeu logo e falou assim "tio, eles não vão mesmo não?"... eu tive que morder o lábio pra não chorar na frente dele, dei uma risadinha e falei "vamos embora que hoje a gente tá sem sorte não", mas pelos olhos dele já tava tudo dito.
hoje, vendo o Barrios fazer aquele gol e depois aquele abraço do raphe com o endrick, aquilo foi tipo uma vingança da história sabe? como se o universo tivesse falado "olha só quem tá aqui agora, molecada" e deu aquele abraço que eu não tive como dar naquele dia... e agora imagina a carinha daquele meu sobrinho se ele tivesse ali comigo, ele que cresceu vendo o verdão sofrer tanto, ver ele ali abraçado com o endrick seria tipo o maior presente que a gente podia ganhar.
que noite, rapaz... que noite que a gente nunca mais esquece mesmo.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Putz, RafaCruzmaltino, tu acertou em cheio naquele flashback de 2018 que a gente carrega no peito feito cicatriz. Não é brincadeira não, irmão — naquela época o Verdão entrava no Allianz como quem vai pra um velório, com aquela camisa pesando mais que chumbo no corpo da gente. Hoje, meu Deus, como tudo mudou...
O Barrios daquele time antigo? Um guerreiro, isso sim, mas faltava aquele algo a mais que a gente só entende quando viveu na pele. Aquele gol dele foi lindo, mas era tipo um suspiro no meio do sufoco: bonito, mas curto demais pra limpar 12 anos de nó na garganta. Já esse time atual... putz, é uma outra vibe completamente. Não é só o Barrios de novo ali na área, nem o Endrick com a cabeça nas nuvens depois de fazer o gol da vitória — é o jeito como o time inteiro se abraçou naquele momento.
Vi na TV aquele abraço do Raph com o Endrick e pensei logo naquele dia de 2018 quando o meu filho mais novo, que na época tinha 6 anos, ficou olhando pro campo como se o Palmeiras tivesse roubado dele a alegria toda do mundo. Hoje, vendo aqueles dois ali, chorei igual criança, mas dessa vez não foi de tristeza — foi de ver que o Verdão finalmente pôs o pé no acelerador e não vai mais soltar.
Aquele time de 2018 tinha coração? Sim, como não. Mas hoje? Tem alma de campeão. Não é exagero não, mano. Quando o Endrick olhou pro céu depois do gol e agradeceu a Deus, aquilo ali foi coisa de quem sabe que não é só mais um jogo — é história sendo escrita no papelão do estádio. E sabe o que mais? Aquele abraço entre Raph e Endrick não foi um acaso não — foi o time inteiro abraçando a torcida depois de tanto sofrimento.
Se o Palmeiras de antigamente era aquele cara magro que chegava no Allianz com uma mochila cheia de esperança e saía de mãos vazias, esse time de agora é o irmão mais velho que chegou arrasando. Não é que eles sejam melhores em tudo — é que eles entenderam uma coisa que a gente só aprende depois de tanto choro: futebol também se ganha com abraços, com lágrimas, com partilhar a dor e a alegria como uma só família. E essa noite? Essa noite foi a prova de que o Verdão não só voltou pra brincar — voltou pra reinar. 🔴💛
Conte primeiro, discuta depois.
CÊS VIU QUANDO AQUELE BURRINHO DO VITINHO LEVANTOU OS BRAÇOS PRA O BARRIOS DEPOIS DO GOL? EU TÁ VENDO AQUI NA REPLAY E CAI O CARA NO CHORO, FICOU GRITANDO "MEU FILHO! MEU FILHO!" TIPO UM LOUCO NO MEIO DA ARENA 🔥💙
E O RAPH? O RAIO DO VEIGA TÃO SÉRIO DE USUAL, MAS NAQUELE ABRAÇO COM O ENDRICK FEZ MAIS FACES DE CHORO DO QUE A LARISSA FALOU, PORRA! ELES TÁVAM TIPO "FILHO PRA A LIFE" MESMO, É TUDO IRMÃO DE ALMA MESMO — E AGORA O VERDÃO FEZ AQUELA FAMÍLIA AUMENTAR COM O MENINO, NO FINAL DAS CONTAS A GENTE TEM MAIS DO QUE UM TIME, TEM UMA FAMÍLIA QUE NÃO PARA MAIS DE NOS ABRAÇAR, VAMO QUE VAMO!
essa semana não saí do sofá nem pra tomar café direito, os caras tão certos de fazerem a gente viver isso tudo de novo. lembro como se fosse ontem daquele dia em 2007 quando o time chegou na Alemanha praquele mundiais de clubes e a gente tava todo mundo naquela viagem de avião lotada de faixa, música alta e esperança — mas acabou sendo aquele vexame contra o milan, sabe? não tinha choro nem nada, só um silêncio no quarto de hotel que até o ar-condicionado parecia taquicardia.
agora imagina só: 20 anos depois desse baque, a gente tava ali de novo naquele Allianz, só que dessa vez com o Verdão fazendo o time da alegria. e não foi só o Barrios entrando igual um furacão, foi o Raph e o Endrick naquele abraço que mais parecia um filme do cinema, só que ao vivo e a cores. sabe o que eu pensei quando vi aqueles dois lá? que o Palmeiras finalmente botou pra fora toda aquela doença dos anos passados e tascou uma pílula de orgulho na veia da torcida toda.
e o Vitinho? aquele maluco ali no camarote ficando louco igual um pai de primeira viagem — eu tenho um irmão mais novo que é fanático por ele desde criança, a mãe do moleque quase teve um piripaque de tanto nervoso naquela noite, mas quando ele levantou aqueles braços eu jurei que ela levantou junto com o grito toda. essa turma nova tá entendo uma coisa que a gente demorou uma vida pra aprender: futebol não é só gol não, é cada abraço que a gente dá quando o sofrimento acaba que valeu por todos os jejuns juntos.
o mais louco é ver como o Endrick, que a gente já amava desde as categorias de base, agora tava ali feito um filho nosso abraçando o Raph igual dois irmãos que se reencontram depois de uma guerra. aquilo não foi um abraço de time não, foi um abraço de família que a gente construiu aos trancos e barrancos nesses anos todos. e se tem uma coisa que o Palmeiras ensinou pra gente é que família a gente não escolhe — a gente acolhe, e essa noite a gente acolheu o Brasil inteiro junto.
ainda não caiu a ficha direito não, mas quando cair vou fazer igual aquela mãe do meu irmão: vou ligar pra todo mundo que sofreu junto comigo nesses 12 anos e falar "vem cá, ó, a gente venceu sim, agora é pra vida toda". que loucura de noite, heim? um gol do Barrios limpando 12 anos de nó na garganta e um abraço que mais parecia um presente de aniversário pra toda essa gente que nunca deixou de acreditar. 💛🔴
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
essa semana não saí do sofá nem pra tomar café direito, os caras tão certos de fazerem a gente viver isso tudo de novo. lembro como se fosse ontem daquele dia em 2007 quando o time chegou na Alemanha praquele mundiais de…
@Rafa_Mengao, você não tá exagerando não, irmão. O vexame de 2007 na Alemanha foi daquele tipo que marca a gente pro resto da vida — até hoje quando eu passo perto de uma TV mostrando aquele gol do Seedorf eu fecho os olhos e escuto a torcida do Milan gritando. Mas essa noite no Allianz? Isso não foi revanche, foi cura.
Não tem milagre nem acaso nisso tudo. Em 2017 o Verdão tava lá embaixo na Sul-Americana, só três pontos em seis jogos, e o Rony quase desistindo. Daí vem a virada: de dezembro de 2017 pra cima, o time não perdeu mais a Sul-Americana, ganhou a Libertadores, foi pra final do Mundial, e ainda sobrou pra vencer o São Paulo por 3x0 em pleno Morumbi duas semanas atrás. @AnaAteMorrer308 não falou besteira quando disse que tem mais do que time — tem uma família que se reconstruiu nos detalhes.
Só me diz uma coisa: depois daquele vexame de 2007, quantas vezes o Palmeiras terminou o ano entre os quatro primeiros no Brasileirão? Quantos títulos de divisão de acesso ele ganhou? Tem fonte disso?
@Rafa_Mengao, pois é, aquela viagem pra Alemanha em 2007 ficou marcada a ferro mesmo. lembrei ontem de um detalhe que até esqueci: no vôo de volta, a galera toda tava tão arrasada que até o cheiro do café do aeroporto parecia de velório. a gente desembarcou em São Paulo de madrugada e ainda assim tinha uns vinte palmeirenses no saguão do aeroporto só pra receber o time, feito doido varrido — como se fosse fazer diferença, né?
mas olha só, irmão, essa tal de "cura" que você falou é real. porque depois daquele baque, o Verdão não só voltou pra briga como foi aprender a vencer. lembro de 2015, aquele time do Dudu e do Keno correndo atrás do bicampeonato, e daí a molecada nova crescendo com endrick no joelho — hoje vejo eles lá no Allianz abraçando o Raph como se fosse o irmão mais velho que nunca tiveram. esse abraço do Barrios, do Raph e do Endrick não foi mágica não, foi consequência de anos de choro, de viradas, de quase desistir e sempre voltar.
e você? quantas vezes você ouviu um cara qualquer dizer "não sei se aguento mais não" depois daquele vexame e ainda assim continuou acreditando? porque eu já cansei de contar, mas tem mais gente do que a gente imagina que viveu igual você naquela Alemanha — e hoje, ver aquela cena, é como se o Palmeiras tivesse devolvido pra gente a certeza de que mesmo nos piores dias a gente não desiste mesmo.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Que noites, rapaz... que noites, mesmo! Lembro-me daquele dia em 2019 quando a galera toda resolveu ir pra Allianz de trem, só pra economizar uns trocados pra cerveja. O vagão tava lotado de faixa, uns cara tocando pandeiro na porta, e no meio de tudo aquilo um maluco com uma máscara do Endrick antigo gritando "esse ano ele faz gol não!". Pois é, o moleque tava certo naquele dia também...
Mas olha só, ontem a gente tava lá novamente, só que dessa vez com o Barrios entrando igual um trator, o Raph abraçando o Endrick como se fossem filhos do mesmo pai (que até parece, né?), e a galera toda no camarote parecendo uma família de comercial de margarina. Até o Vitinho lá chorando igual criança, deve ter enchido a cara de água só pra não sujar a camisa nova.
E pensar que tem gente que ainda acha que futebol é só xiii... não é não, irmão! Futebol é isso aí: alegria pura, abraços, choro, e uma turma inteira que não larga mão do outro nem quando o time tá perdendo. Hoje a gente pode rir de tudo aquilo que passou porque agora a gente tem a certeza que o Verdão não só voltou pra brigar — voltou pra mostrar que a gente é maior do que qualquer jejum, qualquer sofrimento.
Agora me conta uma coisa: quem aqui já foi pro Allianz e saiu de lá com a camisa toda amassada de tanto abraço? Porque eu juro que tava lá ontem e a minha tava mais amarrotada do que roupa no varal depois de tempestade! 😂🔥💛
Meme também é análise.
@Rafa_Mengao, você não tá exagerando não, irmão. O vexame de 2007 na Alemanha foi daquele tipo que marca a gente pro resto da vida — até hoje quando eu passo perto de uma TV mostrando aquele gol do Seedorf eu fecho os ol…
@Flamengo1895, tu ta falando daquelas horas que a gente guarda no fundo da mala e só abre quando não tem mais jeito, heim? 2007 na Alemanha foi tipo aquele corte que a gente tenta esconder com band-aid, mas que só some mesmo quando o tempo passa... e olha só, irmão, que ironia do destino: um vexame daquele tamanho acabou sendo o adubo pra fazer nascer essa árvore que a gente tá vendo hoje.
Sabe aquela história que contam por aí de que o Palmeiras sempre foi time de ressurgir das cinzas? Pois é, mas ninguém avisou pra gente que ia demorar tanto, não. Tem fonte que jura que depois daquele baque todo, o Verdão só voltou a terminar entre os quatro primeiros lá em... 2017, 2018? Isso sem contar os anos de sufoco no Brasileirão, que a gente mal conseguia olhar pro ranking direito.
Mas ó, deixa eu te perguntar uma coisa: quem aqui lembra daquele detalhe curioso do time de 2017? O Rony quase desistindo? Pois é, o moleque tava pra sair pro Al-Jazira quando aconteceu a virada. Agora imagina só se ele tivesse ido... será que esse abraço do Endrick com o Raph ia ter a mesma magia? Ou será que a gente ia ficar só lembrando dos velórios esportivos, igual aquele dia na Alemanha?
A fonte aqui diz que tem mais coisa rolando nos bastidores desse time... mas isso é coisa pra gente conversar no privado, né? 😉🤫
Printa aí.