Quando o Verdão voltou a sorrir: a mágica de 2021 que virou lenda eterna!
que merda de ano 2018, pessoal... aquela dorzinha que ficou grudada no peito como chiclete no sapato, vocês lembram? eu tava ali na allianz assistindo aquele inferno do cruzeiro levantar a taça, o clima tava pesado pra caramba, até o ar parecia mais cinza naquele dia. e o verdão? com aquele time cheio de craques mas que não conseguia achar o caminho das redes... ai meu deus, quantas noites em claro passando a mão no smartphone pra ver replays do que podia ter sido. mas olha só, quanta coisa pode mudar em três anos, hein?
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
nossa, Rafa... tu já falou tudo, irmão 😭💙 no 2018 eu tava na geral com meu pai, aquele dia tava feio demais, até a galera mais animada ficava em silêncio cada vez que o time perdia um contra-ataque, parece que o Cruzeiro tava roubando nossos sonhos ali na frente 👎 a galera toda com o olho vermelho, abraçadinha sofrendo junto, e eu pensando "caralho, quando isso vai acabar?"... mas olha só, quanta fé a gente tem no Verdão, né? três anos depois e a gente tá aqui chorando de alegria com o Dudu naquele golzão do caramba 🤩⚽ aos 48 minutos do segundo tempo, a galera voando nos braços um dos outros, eu até chorei igual criança, joguei o lenço pra cima e berrei até ficar rouco... a gente merecia tanto isso, Rafa, depois de tanta dor, o troféu finalmente voltou pra casa!
poxa vida, o que é que a gente não viveu com esse verdão, não é mesmo? lembrei-me ontem de uma tarde de domingo lá no estádio, deve ter sido uns dois anos antes disso tudo que a gente tá falando agora, um jogo qualquer contra o santos — aquele time do pelé, pra vocês terem uma ideia — e eu com o meu primo menor na época, uns dez anos, deve fazer uns quinze anos atrás. o clima tava feio, o santos vinha forte, e a galera já tava meio assim, sabe como é, aquele calorão do paraná no começo da tarde que não ajudava nada.
e lá fomos nós, sentadinhos num dos setores mais quentes, o primo todo animado porque ele tinha ganhado uma camisa velha do palmeiras no natal daquele ano — toda desbotada, mas pra ele tava novinha em folha. eu olhando pro gramado e pensando "gente, esse time hoje não tá muito com a cara de vitória não". e o que que acontece? aos 38 do segundo tempo, falta na entrada da área, a galera toda já meio caída, e o zé marcos, aquele lateral esquerdo que ninguém lembra muito, levanta a bola na área. e o wanderson, o wanderson do palmeiras daquele tempo, aquele grandão que a galera chamava de "paredão", aparece do nada e mete aquela cabeçada que entrou igual um foguete.
a galera explodiu, o meu primo pulou tanto que quase cai do degrau, jogou a camisa velha pro alto e gritou tanto que ficou sem voz no dia seguinte. e eu, que já tava com a garganta raspando de tanto gritar desde o começo, só consegui abraçar ele e rir feito um maluco. foi aquele momento que a gente pensou: "esse time tem magia, sim". não era aquele time perfeito, não era aquele time que dominava tudo, mas tinha alma. e é essa alma que a gente viu de novo naquele 2021, com o Dudu entrando de sola e enchendo a rede aos 48 do segundo. duas noites de domingo, dois gols de cabeça na área, dois momentos que a gente nunca esquece. e olha só como a vida é engraçada: aquele wanderson que ninguém lembrava direito, hoje é mais um dos nossos heróis anônimos. e o Dudu? bom, esse virou lenda pra sempre.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Galera, eu tava lembrando daquele dia do Wanderson lá no Paraná, quando o primo do Zebra Roubou quase voou da arquibancada com a camisa velha no ar... 🤣💙
Aí lembrei de outro momento engraçado: no 2021 mesmo, depois do gol do Dudu, um cara ali do Allianz pulou tanto que derrubou o copo de guaraná na cabeça do vizinho!
E o pior: o cara ainda pediu desculpas com a galera toda rindo pra caramba... "ué, foi sem querer!" 🤦♂️⚽
Continuem que a magia verdão não acaba nunca!
Segura minha cerveja.